Controlar a dor
Para que a menstruação deixe de organizar o seu calendário.
Endometriose e dor pélvica · Belo Horizonte
Dor que derruba todo mês, dor na relação, dor pélvica que ninguém explicou. Esses sintomas têm investigação, e a maioria das mulheres convive com eles por anos antes de alguém levar a sério.
Tomar remédio para aguentar o dia não é tratamento. É adiamento.
Na avaliação eu investigo a causa da dor e definimos a conduta do seu caso.
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Dra. Júnia Dueli Boroni CRM-MG 63186 RQE 44859
Em média, a mulher com endometriose passa anos entre os primeiros sintomas e o diagnóstico. Quase sempre porque a dor foi tratada como parte de menstruar.
Dor que atrapalha a sua vida não é normal, mesmo que seja comum. Comum e normal não são a mesma coisa.
O que está acontecendo
É a presença de tecido semelhante ao endométrio — o revestimento interno do útero — fora da cavidade uterina. Esse tecido responde ao ciclo hormonal, e é daí que vêm a inflamação e a dor.
O estímulo hormonal repetido em um tecido que está fora do lugar gera inflamação e, ao longo do tempo, sensibilização da dor. Por isso a queixa tende a piorar quando nada é feito.
Os sintomas se confundem com cólica intensa, com intestino irritável e com infecção urinária. E porque, culturalmente, dor menstrual é normalizada.
Começo pela sua história clínica detalhada e pelo exame. Exames de imagem são solicitados quando indicados, e precisam ser feitos por profissional com experiência no tema.
Diagnóstico e manejo medicamentoso da endometriose, com acompanhamento ao longo do tempo. O objetivo é controlar a dor e a progressão dos sintomas, com um plano construído para o seu caso.
Casos com indicação cirúrgica são identificados na avaliação e encaminhados para o profissional adequado.
A avaliação é o que transforma anos de "é normal" em hipótese diagnóstica e conduta.
Objetivos do acompanhamento
A resposta varia de mulher para mulher e é acompanhada em consulta.
Para que a menstruação deixe de organizar o seu calendário.
Dor pélvica tem mais de uma origem possível, e o diagnóstico orienta a conduta.
Quanto mais cedo se maneja, menos terreno a inflamação ganha.
Não existe protocolo único: muda com a idade, o sintoma principal e os seus planos.
A conduta é diferente para quem quer engravidar agora, depois, ou não quer.
Endometriose é condição crônica e pede revisão periódica.
Como funciona
Na consulta eu escuto a história detalhada da dor, do ciclo, do intestino e da vida sexual, e faço o exame clínico. É aqui que a queixa começa a ganhar nome.
Solicito exames conforme a hipótese levantada. Nem toda paciente precisa dos mesmos exames.
Conduta medicamentosa definida para o seu caso, considerando o sintoma principal, as contraindicações e os seus planos de gestação.
Revisões para avaliar a resposta, ajustar o que for necessário e acompanhar a evolução.
Quem vai te atender
A ginecologia endócrina é a área da ginecologia que avalia os distúrbios hormonais da mulher e suas repercussões na saúde ginecológica, sexual e reprodutiva.
Não é a mesma coisa que endocrinologia. O meu foco está nos hormônios relacionados à saúde da mulher e em como suas alterações repercutem na função ginecológica, sexual e reprodutiva. Isso inclui ciclo menstrual, ovulação, contracepção, síndrome ovariana metabólica poliendócrina (antiga SOP), menopausa, endometriose e outras alterações hormonais ao longo da vida.
Endometriose, dor pélvica crônica, dor na relação e sangramento fora do padrão são queixas frequentes do meu consultório, com diagnóstico e manejo medicamentoso.
Dúvidas frequentes
Na avaliação, a sua queixa deixa de ser um incômodo antigo e passa a ter hipótese, exame e conduta.
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